Eu tenho braços largos
cheios de saudades infindas
dos meus internos pagos
Sou uma poeta do corpo
e por isso nele tudo mais habita.
Preciso de vácuo e sorrisos,
para que eu possa ser sentida
Mas canso de estar em minha pele
quando sei que sou só entranhas
e não há quem por ele vele
Meu corpo companheiro
Onde sinalizo dor e medo
Faça de minhas unhas o enredo
dessa pele prestes a começar.
cheios de saudades infindas
dos meus internos pagos
Sou uma poeta do corpo
e por isso nele tudo mais habita.
Preciso de vácuo e sorrisos,
para que eu possa ser sentida
Mas canso de estar em minha pele
quando sei que sou só entranhas
e não há quem por ele vele
Meu corpo companheiro
Onde sinalizo dor e medo
Faça de minhas unhas o enredo
dessa pele prestes a começar.
1 comentários:
Você poemando, Lu!
Coisa (também) mais linda!
Um beijo, guria saudosa.
Tá.
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